Dicas Bodysurf

 

 

 

 

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Entradas

Convencionais

Submersa

Golfinho

Observações:

Quanto menos espuma melhor.

Esta fase da onda conta como 15% da nota de cada juiz

 

 

                     

 

 

 

       

 

 

                                                                               

 

 

 

 

                                        

 

  

 

 

 

 

 

                                                  

   

        

Coladas

Observações:

Todas às manobras coladas podem ser executadas com parafuso normal ou invertidas, dentro ou fora do tubo.

Sempre contando a fluidez de cada manobra (Quanto menos espuma melhor).

Esta fase da onda conta como 70% da nota de cada juiz

Desenvolver da onda

Convencionais

Com o termino da onda

Na espuma

Observações:

Quanto menos espuma melhor.

Esta fase da onda conta como 15% da nota de cada juiz.

Saídas

Despenques

Exemplos de manobras em fotos

Pontos que podem contribuir para melhorar a performance do atleta durante a competição

1. Preparo físico

O preparo físico é essencial para que o atleta possa desenvolver sua técnica de forma ideal durante a competição. O desgaste físico impede que o atleta seja regular do início ao fim, levando-o a perder importantes ondas e prejudicando manobras.
Por tanto não há fórmula milagrosa. Para ser competitivo, a técnica deve ser aliada ao preparo físico e vice e versa.

 

2. Técnica

A técnica sem dúvida é um dos itens mais discutidos, porém nem sempre o que o atleta acha que executou dentro d’agua, foi visto ou interpretado pelos juízes da mesma forma. Rolos que não são rolos, parafusos na espuma, entre outros, são sempre
os vilões da discórdia entre atletas e juízes.
Muitos atletas não olham para onda ao dropá-la, o que o induz ao erro. Manobras na hora errada, parafusos exaustivos na espuma que não contabilizam ponto algum, são erros que podem ser corrigidos simplesmente fazendo uma boa “leitura” da onda.

 

3. Tática

Vemos muitos atletas dispersos durante a competição, sem prestar muita atenção as baterias que rolam. Ver as outras baterias, que não a sua, pode revelar pontos fortes e fracos de adversários futuros. Pode por exemplo revelar se na bateria em que o atleta competirá, qual o nível de esforço físico e técnica terá que usar para conseguir seu objetivo. Se em uma bateria os adversários são mais fracos, talvez seja hora de poupar energia e fazer o simples para passar a frente, em quanto em outra o atleta terá que se doar completamente para bater seus adversários.

 

4. Escolha das ondas

A escolha das ondas é um dos itens mais importantes, mas também imprevisível, pois uma onda que as vezes parece aberta em questão de segundos se fecha. De qualquer forma o ideal é esquecer a imprevisibilidade da natureza e fazermos nossa parte, escolhendo bem as ondas que vamos dropar. Dropar uma onda grande e fechada, com certeza será um desgaste de energia inútil, pois uma menor que abra somará muito mais pontos se o atleta aproveitá-la, desenvolvendo sua técnica.

 

5. Auto conhecimento

Conhecer seus pontos fortes e fracos e trabalhá-los também é um diferencial.
O atleta tem que ter bem claro em sua mente que ele não está lutando contra a arbitragem, está lutando contra seus adversários e antes disso muito mais contra seus próprios limites.
É normal do ser humano tentar encontrar explicações que encubram suas limitações, porém não é justo. Por exemplo, colocar a culpa na arbitragem por não ter passado para bateria seguinte, na maioria das vezes não faz sentido.
O juiz está presente apenas para pontuar o desenvolvimento dos atletas durante a competição, sendo imparcial e honesto
em suas conclusões.
Muitos nunca sequer se assistiram em vídeo. Isso é muito importante para que o atleta possa visualizar seus erros e acertos e possa evoluir estilo e manobras.

 

Rick Souza

Diretor de Eventos ACSP

Dicas Sobre vento e ondulação

Em que praia ir dependendo do vento

Rio de Janeiro

Vento Sudoeste

Posto 5

 fica de terral, mas a ondulação de sul não entra tão grande.

Canto direito de São Conrado

 É protegido pela Pedra da Gávea, mas o fundo não suporta uma tamanho acima de 2,5 metros.

Canto do Recreio

É terral, mas a ondulação entra melhor um pouco mais para o meio da praia verificando com o vento o ponto ideal, em geral é bem crowd.

Canto direito da Prainha e do Grumari

O sudoeste fica de "ladal" e pode ter condições (se o vento vira pra sul, piora).

Leblon

Onda clássica

Ventos de norte e nordeste

funcionam em todos os picos.

De leste

Arpoador

Macumba

“Secret” Guaratiba

Leme

Ficam terral

Que só funciona com ondulação de sul bem grande

Quando quebra com 1m e talvez seja onda mais gringa do Rio.

Resumo:

Normalmente os cantos direitos aceitam melhor o sudoeste e os esquerdos o leste.
No meio das praias, norte é o céu e sul o inferno.

 

 

Em breve teremos informação de como as praias estarão conforme o vento

 

 

    Por Rodrigo Bruno

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